O que os mais ricos sabem e não costumam ensinar a ninguém
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Como multiplicar os seus rendimentos em apenas algumas semanas ou meses
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O sistema que resolve para sempre os seus problemas de dinheiro
«Costumava trabalhar dez horas diárias, cinco dias por semana e seis horas aos sábados. No dia e meio que me sobrava, estava tão cansado que não podia disfrutar da minha família, dos meus filhos nem da casa que ainda estava a pagar ao Banco. Ganhava dinheiro, mas parecia escorrer-se sempre por entre os meus dedos.... Comecei a utilizar os cartões de crédito e isso foi a minha perdição. Esgotava todo o meu crédito ao longo de um mês e depois tinha que devolvê-lo pouco a pouco com uns juros altíssimos. No final, tudo o que eu comprava custava-me 20% mais caro. Pensava que isto só me acontecia a mim, mas descobri que muitas outras famílias funcionavam da mesma forma e que esta situação continua a aumentar em todos os países desenvolvidos.»
O meu nome é Fernando Oliveira, sou um homem vulgar e provenho de uma família humilde, mas hoje posso estar orgulhoso de ter modificado o meu destino. A descrição que dei ao início era a minha há já algum tempo atrás. Agora vivo uma vida desafogada, rica e satisfatória. Faço o que gosto, trabalho só algumas horas por dia (porque quero), os meus rendimentos são abundantes e tenho muitas propriedades que garantem o meu futuro e o da minha família. Desde algum tempo atrás que só utilizo o cartão de crédito por comodidade. Liquido as minhas contas no início do mês sem juros adicionais.
Um encontro que marcou uma mudança importante
Como se originou a mudança? Foi interessante.....Um dia tive a sorte de conhecer um homem bastante adinheirado com quem me relacionei a propósito de uma transacção comercial. Este homem ficou muito contente com a minha participação, assim que me convidou para almoçar. Durante o almoço, aproveitei a sua forma de ser amigável para lhe perguntar sobre o seu começo e como tinha chegado a acumular uma fortuna tão considerável. Disse-me que esta pergunta era um pouco indiscreta, mas que não tinha nenhum problema em responder-me. Fiquei espantado ao saber que tinha começado sem nada e que procedia de uma família humilde. Disse-me que tinha aprendido pouco a pouco como ganhar dinheiro e fazer fortuna.
«Ao cumprir estes requisitos a riqueza está praticamente assegurada»disse-me.
Sorri ao pensar que estava a brincar. O homem captou a minha incredulidade e adquiriu um aspecto sério. «Não estou a brincar. É tão simples como eu lhe estou a dizer»- continuou. «A maioria das pessoas queima neurónios a pensar na forma de fazer dinheiro a sério. Acreditam que é complexo. Têm ideias falsas. Ninguém lhes ensinou a fazer dinheiro de uma forma honrada».
Um pouco perplexo perguntei-lhe sobre a dificuldade dos requisitos de que me falava. O homem concluiu: «São fáceis de levar à prática. Só se requer desejo, crença e predisposição. Qualquer pessoa pode consegui-lo. Homem ou mulher. Jovem ou adulto. Seguindo as regras, as oportunidades aparecem como por arte de magia. Acreditem. Funciona sempre».
Não podia acreditar. Aquele homem tão sério, a falar-me dessa forma. Pareceu-me um pouco irreal. Eu esperava outra resposta mais sólida e menos difusa. Mas havia algo nele que me dizia que não estava a brincar e que acreditava completamente no que dizia.
Os detalhes do método infalível para solucionar os seus problemas económicos
Pedi-lhe que me definisse com claridade o que tinha que fazer, como o devia fazer e em que proporção. Respondeu-me que se realmente eu queria saber, teria que dar-lhe algo em troca. Uma demonstração por minha parte de verdadeiro interesse. Sugeriu-me que lhe ajudasse a terminar uma estratégia comercial para a venda de umas propriedades. Aceitei e trabalhei gratuitamente durante três fins-de-semana. Pus todo o meu empenho e o resultado foi óptimo. As propriedades foram vendidas em menos de vinte dias. Assim que o homem acedeu a reunir-se comigo e em vários encontros explicou-me detalhadamente o sistema, as suas regras e o seu funcionamento.
Tirei apontamentos. Até mesmo, gravei algumas explicações. Pareceu-me tudo muito coerente, talvez até mesmo demasiado claro. Dei-me conta de que as ideias eram valiosas e que originavam uma mudança na maneira de ver as coisas. Alterava as minhas crenças sobre muitas coisas. Implicava ver o dinheiro e a forma de ganhá-lo desde uma nova perspectiva completamente diferente. O sistema era simples e podia aplicar-se a qualquer pessoa e qualquer actividade. O homem disse-me:
«Não dês muitas voltas à cabeça. Não o analises desde o ponto de vista que até agora tens aplicado. Simplesmente põe-no em prática. Experimenta-o durante um tempo. Se não funciona pagar-te-hei dez mil dólares pelo trabalho que me fizeste em troca desta informação».
É verdade que aquelas ideias funcionavam? Era assim que os ricos ganhavam dinheiro? Como é que um homem tão sério, com os pés assentes na terra e cujos rendimentos eram astronómicos podia me dizer que fizesse tudo aquilo? Decidi que iria seguir o seu conselho: “Não dês muitas voltas à cabeça.... Simplesmente põe-no em prática. Garanto-te que funciona”. Bem, assim o fiz...
Os resultados são imediatos
Os meus rendimentos começaram a aumentar. As oportunidades começaram a aparecer. A sorte sorria-me. Em pouco tempo mudei de trabalho. Rendimentos extras. Negócios que surgiam. Paguei o que devia. Acumulava dinheiro e propriedades. Trabalhava menos que antes. Sentia-me lúcido e capacitado. Contente e feliz. Dono do meu destino. Às vezes parava para pensar e dizia: “Um momento, tudo isto tem que ser obra do destino. Entrei numa boa fase da minha vida. É apenas isso”. Mas quando olhava para trás dava-me conta de que o princípio da mudança coincidia com a aplicação dos “segredos” que me tinha ensinado o meu rico benfeitor.
A forma como via o dinheiro tinha mudado, a forma como via o trabalho, as relações com os outros, a maneira de actuar e a mentalidade no que diz respeito à riqueza, a pobreza, a escassez e a abundância também tinham mudado. O curioso é que tudo isso pudesse incidir nas coisas que me sucediam, as oportunidades que se apresentavam e a forma em que eu as aproveitava. Dei-me conta de que as boas oportunidades sempre estão presentes, mas que pouquíssimas pessoas sabiam como “sintonizar-se” com essas oportunidades.
É como se alguém quisesse ouvir notícias numa emissora de rádio aonde só passam música clássica. Por muito que espere, sempre escutará o mesmo. Só tem que mudar de emissora para ter acesso às notícias que deseja. Em regra geral, as pessoas encontram-se numa emissora errada. Pensam que só existe essa emissora e ninguém lhes ensina a rodar o botão ou simplesmente a pressionar o botão de busca automática. passam toda a vida a queixar-se do que lhes acontece e a invejar uma vida melhor para elas e para a sua família. Quando se dão conta, os anos passaram e com eles a possibilidade de aceder a um mundo diferente.
Agora que cheguei a este ponto tenho que aclarar que a riqueza ou o dinheiro não trazem a felicidade só por si. Isso é outra coisa diferente. Uma pessoa pode sentir-se infeliz apesar de ter uma enorme conta bancária. No entanto, é necessário admitir que uma vida sem apertos e com possibilidades económicas aumenta muito as possibilidades de fazer o que um ser humano deseja. Isto origina um aumento de possibilidades em ter uma vida satisfatória que facilite a sua felicidade. Não ter que depender de uma empresa ou de outras pessoas economicamente, melhorar o ambiente que lhe rodeia a si e à sua família, aceder a uma melhor educação, possibilidade de ajudar os mais necessitados, desfrutar de uma casa adequada, um carro melhor, esquecer-se de visitas ao banco para negociar créditos ou hipotecas, deixar de lado os medos às restructurações de empresa ou aos despedimentos, viajar e conhecer culturas diferentes.... definitivamente: Liberdade para viver e traçar a sua própria existência.
Esta é a sua oportunidade. Escolha o melhor caminho
Alguns indivíduos quando lêem estas afirmações chegam à conclusão de que tudo é demasiado bonito para ser verdade e rejeitam a ideia de aprender. Aproximaram-se à solução definitiva dos seus problemas. Estiveram muito perto de concretizar os seus desejos e... O que acontece? Voltam a por os tampões que sempre tiveram colocados nos ouvidos. Seguem o seu caminho como o cavalo ao que se lhe limitou a área de visão real para que siga o caminho que outros lhe marcaram. Não reparam que a maioria das circunstâncias que lhes rodeiam foram colocadas por outros indivíduos de níveis mais altos de poder para que continuem a formar parte da «engrenagem e da maquinaria». O mesmo trabalho, os mesmos horários, as mesmas actividades, as mesmas ideias, os mesmos pensamentos, os mesmos medos, as mesmas limitações e a mesma falta de dinheiro.
Já alguma vez pensaram no que diferencia uma pessoa que gera muito dinheiro de outra que só se queixa da sua má fortuna? A primeira aproveita as suas oportunidades. A segunda, deixa passar as suas oportunidades. A primeira molda o seu próprio destino, a segunda elege apenas formar parte do destino de outras pessoas. A primeira sente-se viva, a segunda passa a vida adormecida.
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